È a vida, é o que todos dizem
Tu andas nas nuvens em Abril
Cabisbaixo em Maio
...Mas eu sei que mudarás de humor
Quando chegares ao topo, lá para Junho
Eu disse, ”É a vida”, e por mais engraçado que pareça
Algumas pessoas levam os seus coices
Que arrasam com os seus sonhos
Mas não deixes, não deixes que te façam mal
Porque este velho e belo mundo continua a girar
Eu já fui uma marioneta, um indigente, um pirata
Um poeta, um peão e um rei.
Eu já estive em cima, em baixo, dentro e fora
E uma coisa eu sei:
Sempre que me sinto desanimado
Levanto-me, respiro fundo e volto para a vida
È a vida!
Digo-te e não posso negar
Já pensei em desistir
O meu coração simplesmente não deixou
E se não pensasse que valia a pena lutar
Saltaria para cima de um grande pássaro, e então voaria
Eu já fui uma marioneta, indigente, pirata
Poeta, um peão e um rei
Eu já estive em cima, em baixo, dentro e fora
E sei uma coisa
Sempre que me sinto desanimado
Levanto-me, respiro fundo e volto para a vida
É a vida!
É a vida e não posso negar
Muitas vezes pensei em acabar com tudo
Mas o meu coração não aceitou
Mas se nada mudar, quando chegar a Julho
Irei rolar como uma grande bola e MORRER
(Tradução “livre” de Maria Carolina Cerqueira Santos
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