Símbolo de Parkinson
Chama-se tulipa James Parkinson, assim chamada por um floricultor Holandês, J. W. S. Van der Wereld de seu nome. Era portador da Doença de Parkinson e no ano de 1981, “Baptizou-a de Tulipa James Parkinson”, prestando deste modo singelo, homenagem ao médico Inglês James Parkinson. Tem como principal característica a cor vermelho apurpurado e as abas das pétalas salpicadas de branco.
James Parkinson nasceu a 11 de Abril de 1755 e morreu em 1817, com 62 anos. Publicou “Essay on Shaking Palsy” em que descreve em termos muito precisos a doença que hoje tem o seu nome.
INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS PARA EVITAR O SOFRIMENTO E A DOR DOENTES DE PARKINSON,BEM COMO Á FAMILIA E AMIGOS
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Parkinson: Símbolo II
Publicada por
Grupo dos Amigos e Familiares dos Doentes de Parkinson
à(s)
1:02 a.m.
Sem comentários:
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Parkinson: SIMBOLO
Publicada por
Grupo dos Amigos e Familiares dos Doentes de Parkinson
à(s)
10:12 p.m.
Sem comentários:
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Parkinson: Cirurgia
Publicada por
Grupo dos Amigos e Familiares dos Doentes de Parkinson
à(s)
10:58 p.m.
Sem comentários:
DP: Operaçao tradicional.
Publicada por
Grupo dos Amigos e Familiares dos Doentes de Parkinson
à(s)
10:50 p.m.
Sem comentários:
Repouso/Sono
Publicada por
Grupo dos Amigos e Familiares dos Doentes de Parkinson
à(s)
12:52 a.m.
Sem comentários:
Simbolo de Parkinson
Publicada por
Grupo dos Amigos e Familiares dos Doentes de Parkinson
à(s)
12:47 a.m.
Sem comentários:
Fisioterapia
Publicada por
Grupo dos Amigos e Familiares dos Doentes de Parkinson
à(s)
12:43 a.m.
Sem comentários:
EXERCICIOS
Publicada por
Grupo dos Amigos e Familiares dos Doentes de Parkinson
à(s)
12:39 a.m.
Sem comentários:
EXERCIDIOS
Publicada por
Grupo dos Amigos e Familiares dos Doentes de Parkinson
à(s)
12:37 a.m.
Sem comentários:
EXERCICIOS
Publicada por
Grupo dos Amigos e Familiares dos Doentes de Parkinson
à(s)
12:35 a.m.
Sem comentários:
PARKINSON: FUTURO
Publicada por
Grupo dos Amigos e Familiares dos Doentes de Parkinson
à(s)
12:17 a.m.
Sem comentários:
domingo, 22 de agosto de 2010
Frank Sinatra - That's Lif ("É a vida...")
È a vida, é o que todos dizem
Tu andas nas nuvens em Abril
Cabisbaixo em Maio
...Mas eu sei que mudarás de humor
Quando chegares ao topo, lá para Junho
Eu disse, ”É a vida”, e por mais engraçado que pareça
Algumas pessoas levam os seus coices
Que arrasam com os seus sonhos
Mas não deixes, não deixes que te façam mal
Porque este velho e belo mundo continua a girar
Eu já fui uma marioneta, um indigente, um pirata
Um poeta, um peão e um rei.
Eu já estive em cima, em baixo, dentro e fora
E uma coisa eu sei:
Sempre que me sinto desanimado
Levanto-me, respiro fundo e volto para a vida
È a vida!
Digo-te e não posso negar
Já pensei em desistir
O meu coração simplesmente não deixou
E se não pensasse que valia a pena lutar
Saltaria para cima de um grande pássaro, e então voaria
Eu já fui uma marioneta, indigente, pirata
Poeta, um peão e um rei
Eu já estive em cima, em baixo, dentro e fora
E sei uma coisa
Sempre que me sinto desanimado
Levanto-me, respiro fundo e volto para a vida
É a vida!
É a vida e não posso negar
Muitas vezes pensei em acabar com tudo
Mas o meu coração não aceitou
Mas se nada mudar, quando chegar a Julho
Irei rolar como uma grande bola e MORRER
(Tradução “livre” de Maria Carolina Cerqueira Santos
Tu andas nas nuvens em Abril
Cabisbaixo em Maio
...Mas eu sei que mudarás de humor
Quando chegares ao topo, lá para Junho
Eu disse, ”É a vida”, e por mais engraçado que pareça
Algumas pessoas levam os seus coices
Que arrasam com os seus sonhos
Mas não deixes, não deixes que te façam mal
Porque este velho e belo mundo continua a girar
Eu já fui uma marioneta, um indigente, um pirata
Um poeta, um peão e um rei.
Eu já estive em cima, em baixo, dentro e fora
E uma coisa eu sei:
Sempre que me sinto desanimado
Levanto-me, respiro fundo e volto para a vida
È a vida!
Digo-te e não posso negar
Já pensei em desistir
O meu coração simplesmente não deixou
E se não pensasse que valia a pena lutar
Saltaria para cima de um grande pássaro, e então voaria
Eu já fui uma marioneta, indigente, pirata
Poeta, um peão e um rei
Eu já estive em cima, em baixo, dentro e fora
E sei uma coisa
Sempre que me sinto desanimado
Levanto-me, respiro fundo e volto para a vida
É a vida!
É a vida e não posso negar
Muitas vezes pensei em acabar com tudo
Mas o meu coração não aceitou
Mas se nada mudar, quando chegar a Julho
Irei rolar como uma grande bola e MORRER
(Tradução “livre” de Maria Carolina Cerqueira Santos
Publicada por
Grupo dos Amigos e Familiares dos Doentes de Parkinson
à(s)
11:29 p.m.
Sem comentários:
Frank Sinatra - That's Life
Publicada por
Grupo dos Amigos e Familiares dos Doentes de Parkinson
à(s)
11:20 p.m.
Sem comentários:
Parkinson: carinho ajuda a domar doença
• Apoio da família, fisioterapia e terapia da fala reduzem limitações. Poucos doentes têm acesso a estas armas poderosas para combater o Parkinson.
• Tremores involuntários, debilidade muscular, partes do corpo inactivas e ausência de danos na capacidade intelectual remetem para a doença de Parkinson, problema degenerativo do sistema nervoso central. As células cerebrais produtoras de dopamina, responsável pela transmissão dos impulsos nervosos entre os neurónios, morrem ou sofrem perturbações. As zonas afectadas controlam os músculos da cara, membros superiores e inferiores. À medida que a doença progride, os pacientes sentem dificuldades em caminhar e manter o equilíbrio. A maioria dos casos ocorre entre os 55 e os 75 anos.
• Quatro sinais de alerta
• O tremor é mais evidente quando o indivíduo está parado, diminui em movimento e está ausente no sono. Aumenta sob tensão emocional e cansaço. No geral, começa numa mão e envolve o pulso e os dedos. Estende-se à outra mão, braços e pernas. Por vezes, suaviza com a progressão da doença.
• Também surge rigidez muscular. Pode provocar espasmos rítmicos quando as articulações se movem e contribui para dores musculares e sensação de cansaço.
• Os movimentos tornam-se mais lentos, perdem amplitude e tornam-se difíceis de iniciar, problema que se agrava à medida que a doença avança. O rosto fica rígido, os olhos piscam menos, a boca mantém-se aberta e a fala pode ficar monocórdica. Com frequência, o doente está a caminhar e pára de repente. Outra característica: a caligrafia passa a ser muito pequena.
• Com o agravar da doença, desaparecem os reflexos da postura, movimentos automáticos que mantêm o tronco recto e combatem a gravidade. Nota-se instabilidade e perda de equilíbrio, o que leva à dificuldade em começar a andar, virar e parar. Os passos podem ficar mais pequenos e rápidos. Há tendência para correr, a fim de evitar quedas.
• Medicamentos eficazes no início
• Os medicamentos tratam os sintomas, mas não abrandam a progressão da doença. São especialmente eficazes nos primeiros anos. O tratamento clássico consiste na toma de comprimidos de levodopa ou L-dopa. Tem grandes benefícios e poucos efeitos adversos no curto prazo. Mas o uso prolongado está associado a complicações motoras, como discinesia, isto é, movimentos excessivos e involuntários. Também podem surgir flutuações no nível de actividade ao longo do dia (por exemplo, momentos em que o doente está muito agitado ou fica “congelado”).
• Outros medicamentos são sobretudo úteis em fases precoces da doença.
• Os doentes até aos 70 anos, resistentes à medicação, sem lesões cerebrais, depressão ou demência, são candidatos à cirurgia. Porém, o procedimento é caro, tem riscos, como hemorragia e infecções, e exige acompanhamento.
• O transplante de células estaminais tem grande potencial, mas não foi autorizado. Estão a ser investigadas outras estratégias relacionadas com o uso destas células.
• Meses à espera de consulta
• A fisioterapia aumenta a mobilidade, a flexibilidade, a força, o equilíbrio e a postura corporal. A manutenção de uma actividade ou ocupação ajuda em termos emocionais. A terapia da fala pode melhorar a potência da voz e a inteligibilidade do discurso. Mas a Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson, sem capacidade para chegar a todos os doentes, é praticamente a única a fornecer tratamentos a preço acessível. No sector público, os doentes esperam meses por uma consulta de neurologia. Se não conseguirem aceder ao privado, podem ver a saúde degradar-se.
• Na rede nacional de apoios, o doente e os familiares não têm muitas opções. A segurança social e, por vezes, os serviços municipais oferecem ajudas.
• Serviços de apoio domiciliário prestam auxílio nas tarefas que o doente não pode desempenhar. Nos centros de dia, tem acesso a refeições, cuidados pessoais e terapia ocupacional. Lares de idosos não são opção, dada a falta de pessoal treinado.
• A rede de cuidados continuados, cujo acesso é feito através do médico de família, enfermeiro ou assistente social do centro de saúde, proporciona assistência em casa.
(Tirado: DECO PROTESTE)
• Tremores involuntários, debilidade muscular, partes do corpo inactivas e ausência de danos na capacidade intelectual remetem para a doença de Parkinson, problema degenerativo do sistema nervoso central. As células cerebrais produtoras de dopamina, responsável pela transmissão dos impulsos nervosos entre os neurónios, morrem ou sofrem perturbações. As zonas afectadas controlam os músculos da cara, membros superiores e inferiores. À medida que a doença progride, os pacientes sentem dificuldades em caminhar e manter o equilíbrio. A maioria dos casos ocorre entre os 55 e os 75 anos.
• Quatro sinais de alerta
• O tremor é mais evidente quando o indivíduo está parado, diminui em movimento e está ausente no sono. Aumenta sob tensão emocional e cansaço. No geral, começa numa mão e envolve o pulso e os dedos. Estende-se à outra mão, braços e pernas. Por vezes, suaviza com a progressão da doença.
• Também surge rigidez muscular. Pode provocar espasmos rítmicos quando as articulações se movem e contribui para dores musculares e sensação de cansaço.
• Os movimentos tornam-se mais lentos, perdem amplitude e tornam-se difíceis de iniciar, problema que se agrava à medida que a doença avança. O rosto fica rígido, os olhos piscam menos, a boca mantém-se aberta e a fala pode ficar monocórdica. Com frequência, o doente está a caminhar e pára de repente. Outra característica: a caligrafia passa a ser muito pequena.
• Com o agravar da doença, desaparecem os reflexos da postura, movimentos automáticos que mantêm o tronco recto e combatem a gravidade. Nota-se instabilidade e perda de equilíbrio, o que leva à dificuldade em começar a andar, virar e parar. Os passos podem ficar mais pequenos e rápidos. Há tendência para correr, a fim de evitar quedas.
• Medicamentos eficazes no início
• Os medicamentos tratam os sintomas, mas não abrandam a progressão da doença. São especialmente eficazes nos primeiros anos. O tratamento clássico consiste na toma de comprimidos de levodopa ou L-dopa. Tem grandes benefícios e poucos efeitos adversos no curto prazo. Mas o uso prolongado está associado a complicações motoras, como discinesia, isto é, movimentos excessivos e involuntários. Também podem surgir flutuações no nível de actividade ao longo do dia (por exemplo, momentos em que o doente está muito agitado ou fica “congelado”).
• Outros medicamentos são sobretudo úteis em fases precoces da doença.
• Os doentes até aos 70 anos, resistentes à medicação, sem lesões cerebrais, depressão ou demência, são candidatos à cirurgia. Porém, o procedimento é caro, tem riscos, como hemorragia e infecções, e exige acompanhamento.
• O transplante de células estaminais tem grande potencial, mas não foi autorizado. Estão a ser investigadas outras estratégias relacionadas com o uso destas células.
• Meses à espera de consulta
• A fisioterapia aumenta a mobilidade, a flexibilidade, a força, o equilíbrio e a postura corporal. A manutenção de uma actividade ou ocupação ajuda em termos emocionais. A terapia da fala pode melhorar a potência da voz e a inteligibilidade do discurso. Mas a Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson, sem capacidade para chegar a todos os doentes, é praticamente a única a fornecer tratamentos a preço acessível. No sector público, os doentes esperam meses por uma consulta de neurologia. Se não conseguirem aceder ao privado, podem ver a saúde degradar-se.
• Na rede nacional de apoios, o doente e os familiares não têm muitas opções. A segurança social e, por vezes, os serviços municipais oferecem ajudas.
• Serviços de apoio domiciliário prestam auxílio nas tarefas que o doente não pode desempenhar. Nos centros de dia, tem acesso a refeições, cuidados pessoais e terapia ocupacional. Lares de idosos não são opção, dada a falta de pessoal treinado.
• A rede de cuidados continuados, cujo acesso é feito através do médico de família, enfermeiro ou assistente social do centro de saúde, proporciona assistência em casa.
(Tirado: DECO PROTESTE)
Publicada por
Grupo dos Amigos e Familiares dos Doentes de Parkinson
à(s)
10:23 p.m.
Sem comentários:
parkinson
Publicada por
Grupo dos Amigos e Familiares dos Doentes de Parkinson
à(s)
10:00 p.m.
Sem comentários:
PARKINSON I
Publicada por
Grupo dos Amigos e Familiares dos Doentes de Parkinson
à(s)
9:55 p.m.
Sem comentários:
Subscrever:
Comentários (Atom)