Páginas

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Parkinson: Símbolo II

Símbolo de Parkinson


Chama-se tulipa James Parkinson, assim chamada por um floricultor Holandês, J. W. S. Van der Wereld de seu nome. Era portador da Doença de Parkinson e no ano de 1981, “Baptizou-a de Tulipa James Parkinson”, prestando deste modo singelo, homenagem ao médico Inglês James Parkinson. Tem como principal característica a cor vermelho apurpurado e as abas das pétalas salpicadas de branco.

James Parkinson nasceu a 11 de Abril de 1755 e morreu em 1817, com 62 anos. Publicou “Essay on Shaking Palsy” em que descreve em termos muito precisos a doença que hoje tem o seu nome.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Parkinson: Cirurgia

DP: Operaçao tradicional.

Repouso/Sono

Simbolo de Parkinson

Fisioterapia

EXERCICIOS

EXERCIDIOS

EXERCICIOS

PARKINSON: FUTURO

domingo, 22 de agosto de 2010

Frank Sinatra - That's Lif ("É a vida...")

È a vida, é o que todos dizem


Tu andas nas nuvens em Abril

Cabisbaixo em Maio

...Mas eu sei que mudarás de humor

Quando chegares ao topo, lá para Junho

Eu disse, ”É a vida”, e por mais engraçado que pareça

Algumas pessoas levam os seus coices

Que arrasam com os seus sonhos

Mas não deixes, não deixes que te façam mal

Porque este velho e belo mundo continua a girar

Eu já fui uma marioneta, um indigente, um pirata

Um poeta, um peão e um rei.

Eu já estive em cima, em baixo, dentro e fora

E uma coisa eu sei:

Sempre que me sinto desanimado

Levanto-me, respiro fundo e volto para a vida

È a vida!

Digo-te e não posso negar

Já pensei em desistir

O meu coração simplesmente não deixou

E se não pensasse que valia a pena lutar

Saltaria para cima de um grande pássaro, e então voaria

Eu já fui uma marioneta, indigente, pirata

Poeta, um peão e um rei

Eu já estive em cima, em baixo, dentro e fora

E sei uma coisa

Sempre que me sinto desanimado

Levanto-me, respiro fundo e volto para a vida

É a vida!

É a vida e não posso negar

Muitas vezes pensei em acabar com tudo

Mas o meu coração não aceitou

Mas se nada mudar, quando chegar a Julho

Irei rolar como uma grande bola e MORRER

(Tradução “livre” de Maria Carolina Cerqueira Santos

Frank Sinatra - That's Life

Parkinson: carinho ajuda a domar doença

• Apoio da família, fisioterapia e terapia da fala reduzem limitações. Poucos doentes têm acesso a estas armas poderosas para combater o Parkinson.


• Tremores involuntários, debilidade muscular, partes do corpo inactivas e ausência de danos na capacidade intelectual remetem para a doença de Parkinson, problema degenerativo do sistema nervoso central. As células cerebrais produtoras de dopamina, responsável pela transmissão dos impulsos nervo­sos entre os neurónios, morrem ou sofrem perturbações. As zonas afectadas controlam os músculos da cara, membros supe­riores e inferiores. À medida que a doença progride, os pacientes sentem dificuldades em caminhar e manter o equilíbrio. A maioria dos casos ocorre entre os 55 e os 75 anos.
• Quatro sinais de alerta



• O tremor é mais evidente quando o indivíduo está pa­rado, diminui em movimento e está ausente no sono. Aumenta sob tensão emocional e cansaço. No geral, começa numa mão e envolve o pulso e os dedos. Estende-se à outra mão, braços e pernas. Por vezes, suaviza com a progressão da doença.

• Também surge rigidez muscular. Pode provocar espasmos rítmicos quando as articulações se movem e contribui para dores musculares e sensação de cansaço.

• Os movimentos tornam-se mais lentos, perdem amplitude e tornam-se difíceis de iniciar, problema que se agrava à medida que a doença avança. O rosto fica rígido, os olhos piscam menos, a boca mantém-se aberta e a fala pode ficar monocórdica. Com frequência, o doente está a ca­minhar e pára de repente. Outra característica: a caligrafia passa a ser muito pequena.

• Com o agravar da doença, desaparecem os reflexos da postura, movimentos automáti­cos que mantêm o tronco recto e combatem a gravidade. Nota-se instabilidade e perda de equilíbrio, o que leva à dificuldade em come­çar a andar, virar e parar. Os passos podem ficar mais pequenos e rápidos. Há tendência para correr, a fim de evitar quedas.
• Medicamentos eficazes no início
• Os medicamentos tratam os sintomas, mas não abrandam a progressão da doença. São especialmente eficazes nos primeiros anos. O tratamen­to clássico consiste na toma de comprimidos de levodopa ou L-dopa. Tem grandes benefícios e poucos efeitos adversos no curto prazo. Mas o uso prolongado está as­sociado a complicações motoras, como discinesia, isto é, movimentos excessivos e involuntários. Também podem surgir flutuações no nível de actividade ao longo do dia (por exemplo, momentos em que o doente está muito agitado ou fica “congelado”).

• Outros medicamentos são sobretudo úteis em fases precoces da doença.

• Os doentes até aos 70 anos, resistentes à medicação, sem lesões cerebrais, depressão ou demência, são candidatos à cirurgia. Porém, o procedimento é caro, tem riscos, como hemorragia e infecções, e exige acompanhamento.

• O transplante de células estaminais tem grande potencial, mas não foi autorizado. Estão a ser inves­tigadas outras estratégias relacio­nadas com o uso destas células.
• Meses à espera de consulta
• A fisioterapia aumenta a mobilidade, a flexibilidade, a força, o equilíbrio e a postura corporal. A manutenção de uma activida­de ou ocupação ajuda em termos emocionais. A terapia da fala pode melhorar a potên­cia da voz e a inteligibilidade do discurso. Mas a Asso­ciação Portuguesa de Doentes de Parkinson, sem capacidade para chegar a todos os doentes, é praticamente a única a fornecer tratamen­tos a preço acessível. No sector público, os doentes esperam me­ses por uma consulta de neurologia. Se não con­seguirem aceder ao privado, podem ver a saúde degradar-se.

• Na rede nacional de apoios, o doente e os familiares não têm muitas opções. A segurança social e, por vezes, os servi­ços municipais oferecem ajudas.

• Serviços de apoio domiciliário prestam auxílio nas tarefas que o doente não pode desempenhar. Nos centros de dia, tem acesso a refeições, cuidados pessoais e terapia ocupacional. Lares de idosos não são opção, dada a falta de pessoal treinado.

• A rede de cuidados continuados, cujo acesso é feito através do médico de família, enfermeiro ou assistente social do centro de saúde, proporciona assistência em casa.


(Tirado: DECO PROTESTE)

parkinson

PARKINSON I